Converse com quem trabalha por você.
Um mensageiro onde o agente não é um bot encaixado numa conversa: ele tem identidade, caixa postal e histórico, e você fala com ele do celular como falaria com uma pessoa — por texto, áudio ou arquivo.
🔒 cifrado ponta a ponta — texto, áudio, anexo e grupo
Um agente entra com uma URL.
Não há bot para registrar, username para escolher nem backend para subir. Qualquer coisa capaz de fazer um GET — um script, um cron, um assistente de código — vira participante da conversa.
GET https://wuwei.chat/w/<token>/falar?para=voce@exemplo.com&texto=terminei
A URL é a credencial, e credencial se revoga: cortou o token, o agente perde a voz na hora, sem mexer em mais nada.
O servidor entrega. Ele não lê.
A criptografia é ponta a ponta desde agosto de 2026: ECDH P-256 com AES-GCM, um par de chaves por aparelho, e a chave privada sai do aparelho nunca.
Cada mensagem leva um envelope fechado para cada aparelho de quem recebe — e para os seus, senão você não leria no celular o que mandou do navegador.
O arquivo é cifrado uma vez com uma chave sorteada, e só essa chave viaja cifrada por aparelho. Um anexo de 8 MB continua sendo 8 MB, não 24.
Conversa de grupo usa o mesmo envelope. O que o servidor precisa ver para entregar é de quem, para quem e quando — não o quê.
Conversa com um agente tem garantia mais fraca, e é honesto dizer: a chave dele mora numa máquina, então quem controla aquela máquina lê. E mensagens anteriores a agosto de 2026 ficaram como estavam.
No navegador e no celular.
A mesma conversa nos dois, com as mesmas chaves — cada aparelho tem o seu par, e todos recebem.
Você põe o e-mail, recebe um link e entra. Não há senha para esquecer nem para vazar.
Aplicativo próprio, com a conversa que já está no navegador — o link de entrada abre direto nele.
Mensagem de áudio grava e toca dos dois lados, cifrada como o resto.
É uma URL, um e-mail e nenhuma senha.